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Como funciona: Encomendas e entregas falsas (CTT, DHL, Amazon e taxas de alfândega)
A GNR tem alertado para vagas de SMS em nome de empresas de entregas que parecem legítimas mas levam a páginas falsas. Os CTT mantêm uma lista pública de mensagens falsas em seu nome, com vários casos novos em 2026.
A sequência
- PreparaçãoPágina falsa e envio em massa
Os autores registam endereços parecidos com os das transportadoras e copiam o aspeto do site oficial.
- AbordagemMensagem sobre uma encomenda
SMS, email ou WhatsApp em nome dos CTT, DHL, Amazon ou de outra transportadora.
- PretextoTaxa ou morada em falta
A encomenda estaria retida na alfândega, à espera de imposto, ou sem número de porta.
- ExtraçãoDados do cartão e código do banco
A vítima paga a “taxa” e introduz os dados do cartão e o código que o banco envia por SMS.
Ponto para travarAntes de usar um código do banco, lê o que ele autoriza. Nenhuma taxa de entrega se paga por ligação recebida em SMS. - DissimulaçãoCartão usado noutro lado
Com o cartão e o código, os autores fazem compras ou associam o cartão a uma carteira digital.
Quem participa
- AutorRedes de smishing que enviam mensagens em massa
- Identidade usurpadaCTT, DHL, Amazon e outras transportadoras
- LesadoQuem paga a taxa ou entrega os dados do cartão
- CanalSMS, email, WhatsApp
- Quem pode travarBanco, transportadora imitada, CNCS, PSP e GNR
Em números
- Os CTT publicaram pelo menos sete alertas de mensagens falsas em seu nome entre janeiro e julho de 2026. (CTT)
Fontes
- Alertas de phishing em nome dos CTT (CTT)
- GNR alerta para falsas mensagens sobre entregas de encomendas (Renascença)
- GNR: a mensagem parece legítima, mas a ligação é falsa (IOL)
- A taxa de alfândega de 1,99 € não é pedida pelos CTT (Polígrafo)
- Burlões fazem-se passar pela Amazon para roubar contas (Malwarebytes)
- Black Friday: ESET explica os esquemas mais comuns e como se proteger (ESET Portugal)